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1º percurso -
Rota da
Floresta ->
Chaves; Serra do Brunheiro; Castelo de Monforte; Pedra
Bolideira; Chaves
2º percurso -
Rota da
Veiga -> Veiga
de Chaves; Santo Estêvão; Feces de Abaixo; Vila
Meã; Outeiro Seco; Chaves
3º percurso -
Castelo de Monterrey e o
Museu
->
Chaves;
Verín; Vila Meã; Chaves
4º percurso - Rota de Vilar de
Perdizes ->
Chaves;
Vilar de Perdizes; Montalegre;
Chaves
5º percurso - Rota da
Raia ->
Santuário
da S. da Aparecida; Santuário de S. Caetano; Oimbra
(Espanha); Verín; Chaves
6º percurso -
Rota do
Tâmega -> Vidago; Capeludos; Monteiros; Bragado; Pedras
Salgadas; Chaves
7º percurso -
Entre o Gerês e o
Larouco ->
Entre
o Gerês e o Larouco
1º Percurso
Rota da
Floresta
–
Saída
de Chaves, para a Serra do Brunheiro, passando pela
Veiga de Chaves. Percurso por espaços florestais da
serra, dominados por carvalhos, pinheiros e
castanheiros, com vários pontos de água. Paragem na cota
máxima da serra (920 m), avistando, entre outras, as
serras do Gerês, Larouco e S. Mamede
(Espanha).
No
caminho, é provável o cruzamento com perdizes, coelhos
ou raposas; as rapinas vigiam-nos lá do alto!
Segue-se
para o Castelo de Monforte, passando por várias aldeias
típicas, campos agrícolas vendo o quotidiano do meio
rural. A sua primeira fortaleza era só constituída por
um castro celta de povoamento. Por ali passaram os
romanos e os mouros. Aquando das guerras entre
portugueses e leoneses, a fortaleza ficou arrasada e foi
mandada reconstruir e repovoada em 1250 por D. Afonso
III.
Monforte
era muito importante como guarda da fronteira castelhana
devido à proximidade das duas partes e como tal D. Dinis
mandou restaurar o castelo reforçando-o com quatro
torres, uma das quais a de menagem e ampliar a cintura
da muralha.
Paragem
na Pedra Bolideira, interessante fenómeno geológico,
rodeado não só de carvalhais mas também de lendas. Está
partida ao meio e a acreditar na lenda popular, terá
sido atingida por um raio. Por estar em cima de uma
outra pedra que lhe serve de base, qualquer pessoa a faz
mover com um pequeno empurrão.
Duração do percurso:
½
Dia
[topo] [Galeria
de imagens]
2º
Percurso
Rota da
Veiga
– Passeio
na veiga de Chaves, junto ao rio Tâmega, onde se pode
contemplar a riqueza avifauna.
Passagem
pela vila medieval de Santo Estêvão onde podemos
ver
a torre de pedra de Santo Estêvão, que é o que resta de
uma série de fortificações que no mesmo local se
sucederam ao longo dos tempos. O que existe actualmente
é, porém, tipicamente
medieval.
No
termo da vila vamos encontrar uma ponte curiosa
desgastada e velhinha conhecida pelo nome de Arquinho. É
uma ponte pedonal com apenas 1,30m de largura.
Breve
incursão à aldeia de Feces de Abaixo (Espanha).
Travessia
do rio Tâmega e regresso a Portugal junto ao moinho de
Vila Meã.
Visita
à aldeia de Outeiro Seco e visita à Igreja
Românica
que já foi qualificada como um dos mais bonitos
exemplares da arquitectura religiosa românica em
Portugal.
É
uma igreja pequena e singela, como a generalidade dos
templos românicos. As suas fachadas graníticas são muito
sóbrias e têm poucas aberturas. No topo, a toda a volta,
tem graciosos cachorros, representando figuras
geométricas, bem como antropomórficas e
zoomórficas.
Regresso
a Chaves.
D uração do
percurso: ½ Dia
[topo]
[Galeria
de imagens]
3º
Percurso
 Partida de Chaves em direcção a Verín. Chegados a
Verín, visita-se o Castelo de Monterrey e o Museu.
Este
monumental conjunto fortificado, foi estratégico desde a
Idade Média na fronteira com Portugal. A maior
“Acrópole” da Galiza é formada por três recintos
amuralhados situada no alto de uma colina nas
proximidades de Verín. Em estado conservado encontramos
o paço renascentista, a Torre de Menagem do séc. XV, a
Torre das Damas, as ruínas do Hospital de peregrinos e a
Igreja gótica de Santa Maria.
Aliando
a degustação à moda, a Adega de Roberto Veríno
(estilista)
proporciona
uma pausa de requinte. Com a ajuda do
seu irmão e dos seus sobrinhos, pôs em marcha uma
adega
de futuro. O edifício é bastante moderno e com óptimas
instalações.
Percurso
de retorno a Chaves junto ao rio Tâmega, com passagem
pelo casario solarengo de Villaza e paragem refrescante
junto ao moinho de Vila Meã, com possível travessia do
rio.
Duração do
percurso:
½ Dia
[topo] [Galeria
de imagens]
4º
Percurso
Rota de Vilar de Perdizes
–
Saída
de Chaves em direcção a Vilar de
Perdizes.
Inicio
do passeio no Paço dos Fidalgos de Vilar de Perdizes. O
Paço é composto por um solar, hospital, capela e uma
botica. O solar apresenta uma planta rectangular, com
dois pisos em bom estado de conservação. O Hospital,
que albergava os romeiros que se dirigiam a Santiago de
Compostela encontra-se adossado à fachada principal do
solar. A Capela, com dez metros de comprimento, situa-se
entre o antigo Hospital e a Botica mas desligada
destes.
A
alguns metros do Paço podemos encontrar um dos Fornos do
Povo existentes na aldeia. Os Fornos do Povo, activos
desde a Idade Média, são ainda hoje usados pelos
habitantes, visto que nesta freguesia mantém-se um
grande espírito comunitário.
Seguimos
em direcção à Igreja Paroquial. Pensa-se que esta Igreja
terá sido fundada por um padre que era filho da lendária
Maria Mantela, em 1200, no caminho desta, podemos
acompanhar as 14 cruzes que simbolizam as quedas de
Cristo até ao Calvário “Via Sacra”.
Visita
a oficina do artesão com trabalhos em granito e para
finalizar o passeio visita ao atelier dos licores e chás
de ervas medicinais.
Partida
em direcção a Montalegre.
Visita
ao Castelo de Montalegre. Pensa-se que foi construído em
1273 por D. Afonso III, foi reedificado em 1331, e é
hoje um dos mais belos e mais bem conservados de
Portugal. A Torre de Menagem é uma construção imponente
donde se vislumbram as serras do Gerês, Larouco, Mourela
e Arandela. Erguido sobre um Castro, tem quatro torres e
uma enorme cisterna ao centro. É circundado de duas
rodadas de muralhas em parte arruinadas.
Duração do
percurso: ½ Dia
[topo] [Galeria
de imagens]
5º
Percurso
Rota da
Raia
–
Entre vales e montanhas de
Chaves, segue-se em direcção ao Santuário da Senhora da
Aparecida, passando pelas aldeias de Sanjurge e Calvão.
Em 1833, Nossa Senhora da Aparecida terá aparecido a
três pequenos pastores, como reza uma placa afixada na
parede exterior da primitiva capela. A sacralização do
local foi imediata, no mesmo ano construiu-se uma
capela, tendo-se construído mais duas em 1842 e 1880 em
forma de nicho.
Deixámos
para trás os vales e prossegue-se até ao Santuário de S.
Caetano, onde poderá observar escavações e descobertas
arqueológicas, nomeadamente a Necrópole de S. Caetano
que se crê alti-medieval e onde foram postas a
descoberto 32 sepulturas.
No
limite do território nacional, é obrigatório parar no
marco de fronteira luso-espanhola para a observação dos
escudos de armas de Portugal e Espanha. Visita à aldeia
de Oimbra (Espanha), à Igreja Românica de Santa Maria e
vestígios do Castelo. A Igreja de Santa Maria foi
ampliada e reformada no ano de 1634, tem uma capela
adjacente à nave central, com uma porta de entrada pelo
interior do templo, onde se encontra sepultado D. Juan
Yáñez de Lugo.
Chegados
a Verín, visita-se o Castelo de Monterrey e o Museu.
Este monumental conjunto fortificado, foi estratégico
desde a Idade Média na fronteira com Portugal. A maior
“Acrópole” da Galiza é formada por três recintos
amuralhados situada no alto de uma colina nas
proximidades de Verín. Em estado conservado encontramos
o paço
renascentista,
a Torre de Menagem do séc. XV, a Torre das Damas, as
ruínas do Hospital de peregrinos e a Igreja gótica de
Santa Maria.
Aliando
a degustação à moda, a Adega de Roberto Veríno
(estilista)
proporciona uma pausa de
requinte. Com a ajuda do seu irmão e dos seus sobrinhos,
pôs em marcha uma adega de futuro. O edifício é bastante
moderno e com óptimas instalações.
Percurso
de retorno junto ao rio Tâmega, com passagem pelo
casario solarengo de Villaza e paragem refrescante junto
ao moinho de Vila Meã, com possível travessia do
rio.
Duração
do percurso:
1 Dia
[topo]
[Galeria
de imagens]
6º
Percurso
Rota do Tâmega
–
Saída
de Chaves/Vidago, em direcção ao Santuário da Sr.ª da
Conceição, nas margens do rio Tâmega. Por caminhos de
terra batida, chega-se à aldeia de Capeludos.
Prossegue-se por estradões florestais, com vistas
magníficas sobre o rio Tâmega e a foz do rio Terva.
Na
aldeia de Monteiros faz-se um pequeno intervalo, para a
pé descobrir a arquitectura tradicional transmontana, à
base do granito. Visita às típicas adegas escavadas na
rocha. Deslocação pedonal até à ponte do arame,
construída em madeira e suspensa por arame entrelaçado
sobre o rio Tâmega, digna de uma aventura de Indiana
Jones!
Na
aldeia de Bragado passagem na Ponte Romana sobre o rio
Avelames, em direcção a Pensalves, onde se visitará o
Museu dos Coches, a Igreja e diversos
solares.
Regresso
por estrada, com passagem pelo Parque Termal de Pedras
Salgadas. Esta estância minero – medicinal constitui
importante pólo de desenvolvimento turístico. Emoldurada
por uma extensa área florestal, a estância dispõe de
balneários em estilo "Belle Époque", piscinas, recintos
de ténis, golfe e mini-golfe, parque hípico, hotéis e
espaços de diversão nocturna. O edifício do casino data
de 1910.
As
nascentes termais são quatro e denominam-se: D.
Fernando, Grande Alcalina, Peneda e Pedras Salgadas. As
águas são hipotermais, meossalinas, gasocarbónicas e
silicatadas, sendo também das águas de mesa mais
apreciadas em Portugal. Terapeuticamente são
recomendadas para diabetes, colesterol e doenças do
aparelho digestivo.
Duração
do percurso: ½ Dia
[topo]
[Galeria
de imagens]
7º
Percurso
Entre o Gerês e o Larouco
–
Saída
do Hotel em direcção a Paradela do Rio onde para além da
magnifica paisagem, podemos ver a maior parede de uma
barragem construída em pedra em todo mundo.
Também
em Paradela do Rio visita ao estúdio de arte moderna
(Arte da Terra) dos artesãos José e
Maria.
Almoço
na Vila de Montalegre com posterior visita à Vila e seu
Castelo.
Segue-se
em direcção à aldeia de Padronelos no sopé do Larouco
onde começamos a subida em 4X4 a segunda maior serra de
Portugal (cerca 1525 m de altitude).
Lanche
– piquenique no cimo da serra e descida até ao ponto de
partida (4X4).
Regresso
a Chaves por estrada com passagem por Vilar de
Perdizes.
Duração:
1 Dia
[topo] [Galeria
de imagens] |
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